Bruna Marquezine relata agressão de colega gay por apoiadores de Bolsonaro

Atriz foi questionada sobre as eleições para presidente no Brasil e se posicionou: "Vai além da política".

Bruna Marquezine foi questionada sobre brigas com familiares por causa das eleições para presidente. (Foto: Francisco Cepeda/AgNews)
Bruna Marquezine foi questionada sobre brigas com familiares por causa das eleições para presidente. (Foto: Francisco Cepeda/AgNews)
Com mais de 32 milhões de seguidores, Bruna Marquezine sempre usa as redes sociais para falar sobre sua vida e suas opiniões sobre diversos assuntos. A atriz, que está de férias desde o fim de Deus Salve o Rei, falou durante um evento de moda sobre as eleições para presidente no Brasil. Ela foi uma das primeiras estrelas a aderir a campanha #EleNão, contra o candidato do PSL Jair Bolsonaro. Questionada se já havia brigado com algum familiar sobre o tema, ela respondeu que evita, embora seja uma situação difícil. Marquezine relatou também estar com medo após um colega ter sido espancado por apoiadores de Bolsonaro.
“Eu não acho que a gente tem que entrar no ódio. Passei a tarde me arrumando vindo para cá tremendo, porque uma pessoa do nosso meio foi espancada na rua, um homossexual. Perdeu a memória, vai ter que operar o maxilar. Já está tudo perdido, isso me desespera muito! Eu não gostaria de brigar com pessoas que eu amo, porque eu acho que a gente começa a vibrar nessa energia que essa pessoa está trazendo. Eu tento evitar isso [brigar] ao máximo, mas é difícil. Vai além da opinião política. Você começa a ver valores diferentes, vai para outro lugar a discussão. Eu tento não brigar com as pessoas. Até porque é o meu ponto de vista, o que eu acredito. Cada um tem uma opinião, a gente tem que entender que não existe uma verdade única”, explicou a atriz.
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