Sobrinho mata tio a facadas após ser chamado de gay em festa da própria família

Vítima e suspeito são guianenses e moravam em Roraima, na fronteira com a Guiana. Testemunhas disseram que envolvidos tinham desavenças.

Jackson John Abel, sobrinho da vítima, foi preso e levado para a delegacia onde foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Jackson John Abel, sobrinho da vítima, foi preso e levado para a delegacia onde foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Um homem de 28 anos foi preso neste sábado (1º) suspeito de assassinar a facadas o próprio de tio, de 38, no município de Bonfim, Norte de Roraima. O crime, conforme o delegado da região, Alberto Alencar, ocorreu durante uma festa da família após a vítima chamar o suspeito de gay.

Ainda segundo o delegado, o suspeito identificado como Jackson John Abel, bebia junto com o tio, Levoy Marare. Ambos são guianenses e moravam em Bonfim. A cidade faz fronteira com a Guiana.

O suspeito atingiu o tio com duas facadas e foi preso em flagrante pela Polícia Militar. No momento da prisão, ele estava com a faca do crime nas mãos, informou o delegado. O crime ocorreu na madrugada.

“Foram duas facadas, uma na perna e outra no coração. Tio e sobrinho discutiram porque o sobrinho foi chamado de gay. Por motivo banal ocorreram agressões mútuas. Conforme afirmaram os populares, eles estavam consumido cachaça”, relata Alencar.

Tio e sobrinho, segundo testemunhas disseram à polícia, já tinham desavenças familiares e histórico de agressões anteriores.

“Testemunhas disseram que após desferir a facada mortal no coração de seu tio, o homicida ficou segurando a faca na mão direita e olhando para a vítima dizendo que queria morrer, fatos antes presenciado pelas testemunhas e policiais militares que atenderam a ocorrência e o detiveram ainda com a faca na mão”, conta o delegado.

Alencar autuou o suspeito em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil. Ele deve ser conduzido á audiência de custódia.

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